Desejos e o empenho em realizá-los (Crônica)
Nunca tinha pensado sobre pequenos desejos ou a grande diferença entre eles e grandes desejos ou entre eles e desejos repentinos. Na verdade nunca pensei em desejos, ou não que eu lembre, desejei e ponto! O "ponto" fica do "desejei", porque analisando meus poucos pedidos á estrelas cadentes ou papai noel, nunca fui atendida e talvez a questão esteja aí: como estamos desejando?
Senti estímulo para pensar em desejos e seus níveis quando levei um tapa lendo a crônica Qual o tamanho do seu desejo?, da Fernanda Rocha, porque será que de verdade a gente precisa do que corre pra pedir a estrela cadente? ou devia mesmo perder tempo escrevendo à um velhinho que mora do outro lado do mundo e nunca dá resposta pelo simples fato de não existir? será que precisamos nos colocar sob alguém para realizar o que chamamos de desejo? SERÁ?
Daí, de tantas perguntas passei a refletir no poder que damos ao outro diante do nosso desejo e ao próprio desejo, ou o que queremos que ele tenha, o desejo sozinho, jogado no ar, sem dedo nosso. Não falo de desejos "pequenos" exemplo: uma pizza, viajar para tal estado, porque bom, todo mundo sabe do que precisa e o que fazer nessas situações. Ou desejos que nem sei como nomear, exemplo: está dormindo, ficar em casa, não ter compromissos, até porque todo mundo sabe o que fazer nesses casos também: deite e durma, tranque-se em casa, desmarque compromissos (não necessariamente nessa ordem) e eu não sei onde vai dá a sua vida, mas os desejos são realizáveis, tá tudo ao seu alcance, você sabe como e o que fazer. Eu falo de desejos também realizáveis, mas não tão fúteis e da nossa parcela maior de participação na realização destes.
fala-se muito sobre responsabilidade afetiva, ou melhor, cobra-se muito numa sociedade amarga, mas tenta-se fazê-lo?
fala-se de respeito, numa sociedade que só respeita o que acha certo. e daí surge a confusão mental.
A minha lista é curta e mescla níveis de desejos, apontando sobretudo meus níveis de participação na realização deles:
fala-se muito sobre responsabilidade afetiva, ou melhor, cobra-se muito numa sociedade amarga, mas tenta-se fazê-lo?
fala-se de respeito, numa sociedade que só respeita o que acha certo. e daí surge a confusão mental.
A minha lista é curta e mescla níveis de desejos, apontando sobretudo meus níveis de participação na realização deles:
- suco de laranja, com açúcar, todos os dias
- tomar mais água
- pessoas mais positivas
- MUNDO MAIS AFETIVO
- empenho em realizar os meus desejos (rs.)
Lista esta que provavelmente terá outro item amanhã, mais cinco sexta-seira e menos dois domingo. O que é a vida se não essa constante mudança?
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